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Apartamentos ‘Parasitas’ solução para o futuro da habitação

Postado por Farias on abril 14, 2020
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Arquitetos são desafiados a responder ao problema nas grandes cidades com tecnologia e inventividade

Repensar a vida urbana tem sido uma tarefa das mais árduas para arquitetos do século 21. A densidade das metrópoles, o aumento da população e os recursos que vão se tornando escassos desafiam as propostas, que precisam responder com tecnologia e inventividade.

Uma das criações mais recentes é a de Florian Marquet, arquiteto de Xangai, que divulgou uma proposta de espaços móveis autônomos. Com o nome de org, o projeto tem como objetivo oferecer um modelo mais equilibrado para a vida urbana.

O sistema modular foi pensado para uma variedade de necessidades e programas podendo ser usado de unidades para agricultura e cozinhas a áreas de trabalho flexíveis e dormitórios.

O org quando fabricado efetivamente seria fácil de montar e personalizar. Nas palavras do arquiteto “as unidades modulares dariam aos residentes urbanos a oportunidade de viver dinamicamente em uma cidade”.

““Construir em cima de telhados não é apenas uma solução ecológica e econômica, que está trabalhando contra a expansão urbana que mata a ligação social. É também uma forma contemporânea para descobrir novas perspectivas da cidade, uma nova Paris acima do horizonte”, defende Malka no site oficial do escritório.”
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/haus/arquitetura/casas-parasitas-comecam-fazer-parte-do-espaco-urbano-de-paris/
Copyright © 2020, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

Cada unidade serviria como um sistema de compartilhamento conectando os ocupantes ao espaço urbano. Compartilhado e reciclável, o projeto contaria com unidades eficientes em termos energéticos, disponíveis em diferentes dimensões.

“Ter uma casa móvel é certamente parte do nosso futuro e um lar do futuro precisa fazer parte do processo dinâmico que conecta o humano e a tecnologia, em vez de separá-los um do outro”, aponta Marquet.

“Essas unidades habitacionais são possíveis graças à Lei Alur, que busca melhorias no acesso à habitação na cidade por meio do controle nos preços de aluguel e incentivo à construção de casas acessíveis.”
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/haus/arquitetura/casas-parasitas-comecam-fazer-parte-do-espaco-urbano-de-paris/
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Nem todas as ideias partem da cabeça de arquitetos. É o caso do projeto da agência de publicidade Framlab, fundada pelo designer norueguês Andreas Tjeldflaat. Ele desenvolveu um projeto que propõe uma solução para a crescente população sem-teto de Nova York. Trata-se de uma estrutura parecida com uma colmeia instalada na parede lateral de um prédio que, à primeira vista, parece uma obra de arte urbana. Dentro dos módulos hexagonais tridimensionais, no entanto, encontram-se pequenas unidades habitacionais.

Os módulos podem ser adaptados às necessidades e desejos do residente. O espaço diminuto pode receber móveis e equipamentos tecnológicos especialmente criados para a perfeita integração ao local, garantindo o conforto e segurança do morador. As unidades podem abrigar diferentes tipos de cômodos, como um quarto com área de estudo, por exemplo.

O projeto permitiria a criação de comunidades de habitação que poderiam ser realocadas e expandidas com rapidez e facilidade nas paredes cegas de edifícios. Os módulos propostos pela Framlab, que tem sede em Nova York e Oslo, são impressos com tecnologia 3D a partir de bioplástico reciclado, o que garante uma montagem ecológica e econômica.

Fonte: Haus/ Gazeta do Povo

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